SURCE - Sistema Único de Residência do Ceará — Prova 2015
Bruno, médico recém-formado, está preocupado com seu futuro profissional após a implementação do Programa Mais Médicos para o Brasil. Sobre a Lei 12871/2014, do Programa Mais Médicos, qual das alternativas apresenta a interpretação mais adequada?
Lei 12871/2014 (Mais Médicos) → Vagas de residência = egressos de Medicina do ano anterior, progressivo até 2018.
A Lei 12871/2014, que instituiu o Programa Mais Médicos, trouxe diversas mudanças na formação médica. Uma das mais significativas foi a meta de equiparar o número de vagas de residência médica ao número de egressos dos cursos de graduação em Medicina, de forma progressiva até 2018, visando aprimorar a formação e fixação de médicos no SUS.
A Lei 12871/2014, que instituiu o Programa Mais Médicos para o Brasil, representou um marco significativo na política de saúde e educação médica do país. Seu objetivo primordial era aprimorar a formação de médicos no Brasil, expandir o acesso e a qualidade da atenção à saúde, e promover a fixação de profissionais em áreas com carência de médicos, especialmente no interior e periferias. Entre as diversas diretrizes da lei, destacam-se a reorientação da formação médica, com ênfase na Atenção Básica e no SUS, e a expansão das vagas de residência médica. A lei estabeleceu a meta de que o número de vagas de residência médica ofertadas anualmente deveria ser equivalente ao número de egressos dos cursos de graduação em Medicina do ano anterior, de maneira progressiva até 2018. Essa medida visava garantir que mais médicos tivessem acesso à especialização após a graduação. Para o residente, compreender a Lei 12871/2014 é fundamental, pois ela moldou o cenário da formação médica e da oferta de vagas de residência. Além da expansão das vagas, a lei também propôs um exame final de avaliação da graduação em Medicina e a obrigatoriedade de parte do internato ser realizada na Atenção Básica, reforçando a importância da formação em saúde coletiva e do SUS.
O principal objetivo da Lei 12871/2014, no que tange à formação médica, foi estabelecer a equivalência entre o número de vagas de residência médica e o número de egressos dos cursos de graduação em Medicina do ano anterior, de forma progressiva até 2018, para garantir a continuidade da formação especializada.
Sim, a Lei 12871/2014 também abordou a fixação de profissionais em áreas remotas e de maior vulnerabilidade, especialmente nas regiões Norte e Nordeste do país, como parte do Programa Mais Médicos para o Brasil, visando suprir a carência de médicos nessas localidades.
A Lei 12871/2014 estabeleceu que ao menos 30% da carga horária do internato médico na graduação seriam desenvolvidos na Atenção Básica do SUS, respeitando o tempo mínimo de 2 anos de internato, com o objetivo de fortalecer a formação em saúde pública.
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