CBO Teórica 2 - Prova de Especialidades da Oftalmologia — Prova 2012
De acordo com a legislação vigente, em uma situação emergencial, ao inscrever um paciente no Sistema Nacional de Transplantes para que receba uma córnea “com priorização”, será necessário:
Transplante prioritário → Envio obrigatório da córnea nativa ao banco de olhos para comprovação diagnóstica.
Para garantir a transparência e lisura no sistema de priorização de transplantes, a legislação exige o estudo anatomopatológico do tecido receptor.
O Sistema Nacional de Transplantes (SNT) no Brasil possui regras rígidas para a classificação de urgências. Quando um paciente é listado como prioridade, ele 'fura' a fila convencional devido ao risco iminente de perda do globo ocular. A exigência de enviar a córnea comprometida para o banco de olhos fornecedor serve como um mecanismo de controle de qualidade e ética. O exame anatomopatológico deve confirmar a gravidade do quadro descrito no formulário de priorização, garantindo que o recurso escasso (o tecido doador) foi utilizado corretamente.
Perfurações oculares, úlceras de córnea sem resposta ao tratamento, descemetoceles e falência primária do enxerto (em curto prazo).
Para auditoria e confirmação do diagnóstico que justificou a urgência, evitando fraudes na fila de espera.
É o transplante realizado com o objetivo principal de preservar a integridade anatômica do globo ocular, e não necessariamente a visão.
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