UESPI - Universidade Estadual do Piauí — Prova 2021
Em relação à larva migrans cutânea, assinale a alternativa CORRETA.
Larva migrans cutânea: Albendazol 400mg/dia por 3-5 dias é tratamento de escolha.
A larva migrans cutânea, ou bicho geográfico, é causada por larvas de nematódeos de cães e gatos (principalmente Ancylostoma braziliense). O tratamento de escolha é sistêmico, sendo o albendazol 400 mg/dia por 3-5 dias (ou dose única repetida após 7 dias em crianças > 2 anos) a opção mais comum. A ivermectina é uma alternativa, e o tratamento tópico é menos eficaz.
A larva migrans cutânea, popularmente conhecida como "bicho geográfico", é uma dermatose parasitária comum, especialmente em regiões tropicais e subtropicais. É causada pela penetração e migração de larvas de nematódeos intestinais de cães e gatos (principalmente Ancylostoma braziliense) na pele humana. A infecção ocorre pelo contato direto com solo ou areia contaminados por fezes de animais infectados. Clinicamente, a larva migrans cutânea se manifesta por lesões eritematosas, pruriginosas e serpiginosas, que correspondem ao trajeto da larva sob a epiderme. As áreas mais afetadas são pés, pernas, nádegas e mãos. O diagnóstico é clínico, e o tratamento visa eliminar a larva e aliviar os sintomas. O tratamento de escolha é sistêmico, com albendazol (400 mg/dia por 3-5 dias, ou dose única repetida após 7 dias em crianças > 2 anos) ou ivermectina (dose única de 200 mcg/kg). Embora o tratamento tópico com tiabendazol possa ser usado em lesões isoladas, a eficácia é inferior ao tratamento sistêmico, especialmente em casos múltiplos ou extensos. A remoção cirúrgica não é indicada devido à natureza migratória e microscópica da larva.
A larva migrans cutânea é causada principalmente por larvas de nematódeos intestinais de cães e gatos, como Ancylostoma braziliense e Ancylostoma caninum.
O tratamento de escolha é sistêmico, geralmente com albendazol 400 mg/dia por 3-5 dias. Em crianças maiores de 2 anos, pode-se usar 400 mg em dose única com repetição após 7 dias. A ivermectina é uma alternativa.
As lesões são mais comuns em áreas do corpo que entram em contato direto com solo contaminado, como pés, nádegas, pernas e mãos, e não na face.
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