UNIRV - Universidade de Rio Verde (GO) — Prova 2022
A larva migrans cutânea, chamada popularmente por bicho geográfico, é uma infecção de distribuição mundial causada pelas larvas de parasitas que vivem no intestino de cães e gatos, conhecidas como:
Larva migrans cutânea (bicho geográfico) = *Ancylostoma braziliense* ou *Ancylostoma caninum*.
A Larva Migrans Cutânea, popularmente conhecida como 'bicho geográfico', é uma dermatose causada pela penetração e migração de larvas de ancilostomídeos de cães e gatos, principalmente *Ancylostoma braziliense* e *Ancylostoma caninum*, na pele humana.
A Larva Migrans Cutânea, popularmente conhecida como 'bicho geográfico', é uma parasitose cutânea comum, especialmente em regiões tropicais e subtropicais. É uma zoonose causada pela penetração de larvas de ancilostomídeos de animais, principalmente *Ancylostoma braziliense* e *Ancylostoma caninum*, na pele humana. Essas larvas, que normalmente parasitam o intestino de cães e gatos, não conseguem completar seu ciclo de vida no hospedeiro humano e migram pela epiderme, causando lesões características. A infecção ocorre pelo contato direto da pele com solo ou areia contaminados por fezes de animais infectados. As larvas filariformes penetram na pele e iniciam sua migração, resultando em lesões eritematosas, elevadas, pruriginosas e serpiginosas, que progridem diariamente. O prurido intenso é o sintoma mais incômodo. O diagnóstico é clínico, baseado na aparência das lesões e na história de exposição. O tratamento visa eliminar as larvas e aliviar os sintomas, sendo comumente utilizados medicamentos como tiabendazol tópico, albendazol ou ivermectina por via oral. A prevenção envolve evitar o contato direto com solos contaminados, especialmente em praias e caixas de areia, e o controle parasitário em animais domésticos. Residentes devem estar familiarizados com esta condição dermatológica comum e seu manejo.
A transmissão ocorre quando larvas filariformes de ancilostomídeos presentes em fezes de cães e gatos contaminam o solo e penetram ativamente na pele humana, geralmente pelos pés.
Os sintomas incluem lesões cutâneas eritematosas, pruriginosas e serpiginosas (em forma de túnel ou trilha), que avançam alguns milímetros por dia, acompanhadas de intenso prurido.
O tratamento geralmente envolve o uso de anti-helmínticos tópicos ou orais, como tiabendazol tópico, albendazol ou ivermectina, para eliminar as larvas.
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