IDOR - Instituto D'Or de Pesquisa e Ensino - Rede D'Or (RJ) — Prova 2025
O jejum pré-operatório é constantemente discutido pelos seus impactos perioperatórios. O mecanismo pelo qual o organismo produz glicose endógena nas fases precoces do jejum é:
Jejum precoce: glicose endógena primariamente via glicogenólise hepática e periférica.
Nas fases precoces do jejum (até 24 horas), a principal fonte de glicose endógena para manter a glicemia é a glicogenólise, ou seja, a quebra do glicogênio armazenado no fígado e, em menor grau, nos músculos. A gliconeogênese se torna mais relevante em jejuns prolongados.
O jejum pré-operatório é uma prática estabelecida para reduzir o risco de aspiração pulmonar de conteúdo gástrico durante a anestesia. No entanto, ele impõe um estresse metabólico ao organismo, que precisa manter a homeostase glicêmica para suprir as necessidades energéticas, especialmente do cérebro. Nas fases precoces do jejum (geralmente até 12-24 horas), o principal mecanismo para a produção de glicose endógena é a glicogenólise. O glicogênio armazenado no fígado é rapidamente quebrado em glicose e liberado na corrente sanguínea. O glicogênio muscular também é quebrado, mas a glicose resultante é usada localmente pelo músculo e não liberada para a circulação. À medida que as reservas de glicogênio hepático se esgotam, a gliconeogênese, que é a síntese de glicose a partir de precursores não-carboidratos (como aminoácidos, lactato e glicerol), torna-se o principal mecanismo para manter a glicemia em jejuns prolongados. Compreender esses mecanismos é fundamental para o manejo perioperatório, especialmente em pacientes com comorbidades como diabetes.
Nas primeiras 12-24 horas de jejum, a principal fonte de glicose é a glicogenólise hepática, que é a quebra do glicogênio armazenado no fígado.
A gliconeogênese, que é a produção de glicose a partir de precursores não-carboidratos (aminoácidos, lactato, glicerol), torna-se o principal mecanismo para manter a glicemia em jejuns prolongados, geralmente após 24-48 horas.
A manutenção da glicemia é vital para o funcionamento cerebral e de outros tecidos glicose-dependentes. O jejum pré-operatório visa reduzir o risco de aspiração, mas o manejo adequado da glicemia é crucial para evitar hipoglicemia ou hiperglicemia.
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