SES-RJ - Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro — Prova 2025
Quanto ao tempo de jejum pré-operatório recomendado pela Sociedade Americana de Anestesiologia, assinale a alternativa correta.
Jejum ASA: líquidos claros 2h, leite materno 4h, leite não humano/fórmula/sólidos leves 6h, alimentos sólidos/gordurosos 8h.
As diretrizes de jejum pré-operatório da ASA visam minimizar o risco de aspiração pulmonar, uma complicação grave da anestesia. O tempo de jejum varia conforme o tipo e a quantidade do alimento ou líquido ingerido, sendo os líquidos claros os que exigem menor tempo.
O jejum pré-operatório é uma medida fundamental na prática anestésica, visando a segurança do paciente e a prevenção de complicações graves, como a aspiração pulmonar. As diretrizes da Sociedade Americana de Anestesiologia (ASA) são amplamente aceitas e fornecem recomendações claras sobre os tempos mínimos de jejum para diferentes tipos de alimentos e líquidos, baseadas na fisiologia do esvaziamento gástrico. A compreensão dessas diretrizes é essencial para todos os profissionais de saúde envolvidos no perioperatório. Líquidos claros, como água, sucos sem polpa e chás, têm um tempo de esvaziamento gástrico rápido, exigindo apenas 2 horas de jejum. Já o leite materno requer 4 horas, enquanto fórmula infantil, leite não humano e refeições leves necessitam de 6 horas. Alimentos mais pesados ou gordurosos demandam um jejum de 8 horas ou mais. A adesão rigorosa a essas recomendações é vital para minimizar o risco de aspiração pulmonar, uma complicação potencialmente fatal. A avaliação individual do paciente, considerando fatores como comorbidades (ex: gastroparesia diabética) e tipo de procedimento, também é importante para adaptar as diretrizes de jejum quando necessário, sempre priorizando a segurança do paciente.
A ASA recomenda 2 horas para líquidos claros, 4 horas para leite materno, 6 horas para fórmula infantil, leite não humano e refeições leves, e 8 horas para alimentos gordurosos ou fritos.
O jejum pré-operatório é crucial para reduzir o volume e a acidez gástrica, minimizando o risco de aspiração pulmonar de conteúdo gástrico durante a indução ou recuperação da anestesia.
A não observância do jejum aumenta o risco de aspiração pulmonar, que pode levar a pneumonite química, pneumonia, síndrome do desconforto respiratório agudo (SDRA) e, em casos graves, óbito.
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