COC - Centro Oncológico de Cuiabá (MT) — Prova 2020
O item que não faz parte do índice de risco cardíaco modificado, também chamado ""escore de Lee"", é:
Escore de Lee (Índice de Risco Cardíaco Modificado) NÃO inclui creatinina > 1,5 mg/dl.
O Índice de Risco Cardíaco Modificado (Escore de Lee) é uma ferramenta para avaliar o risco de eventos cardíacos em cirurgias não cardíacas. Seus seis preditores incluem: doença coronariana, insuficiência cardíaca, doença cerebrovascular, cirurgia de alto risco, diabetes mellitus em uso de insulina e creatinina > 2,0 mg/dL (e não > 1,5 mg/dL).
O Índice de Risco Cardíaco Modificado, mais conhecido como Escore de Lee, é uma ferramenta amplamente utilizada na avaliação pré-operatória de pacientes que serão submetidos a cirurgias não cardíacas. Seu objetivo é estratificar o risco de eventos cardíacos maiores no perioperatório, como infarto agudo do miocárdio, edema pulmonar, fibrilação ventricular ou parada cardíaca, e acidente vascular cerebral. A identificação desses riscos permite a otimização do manejo e a implementação de estratégias para reduzir a morbimortalidade. O Escore de Lee é composto por seis preditores independentes de risco, cada um valendo um ponto: 1) história de doença isquêmica do coração (infarto prévio, angina, uso de nitratos, ECG com onda Q patológica); 2) história de insuficiência cardíaca congestiva (B3 ou edema pulmonar); 3) história de doença cerebrovascular (AVC ou ataque isquêmico transitório); 4) diabetes mellitus em uso de insulina; 5) cirurgia de alto risco (intraperitoneal, intratorácica, suprainguinal vascular); e 6) creatinina sérica pré-operatória > 2,0 mg/dL. É crucial notar que o ponto de corte para a creatinina é > 2,0 mg/dL, e não > 1,5 mg/dL. A pontuação total do Escore de Lee varia de 0 a 6, e cada ponto adicionado aumenta significativamente o risco de eventos cardíacos. Pacientes com pontuações mais altas podem necessitar de avaliações adicionais, como testes não invasivos de estresse cardíaco, e estratégias de otimização clínica antes da cirurgia. Residentes devem estar familiarizados com esses critérios para uma avaliação pré-operatória completa e segura.
Os seis preditores do Escore de Lee são: história de doença isquêmica do coração, história de insuficiência cardíaca congestiva, história de doença cerebrovascular, diabetes mellitus em uso de insulina, cirurgia de alto risco e creatinina sérica pré-operatória > 2,0 mg/dL.
O Escore de Lee é utilizado para estratificar o risco de eventos cardíacos maiores (infarto agudo do miocárdio não fatal, edema pulmonar, fibrilação ventricular ou parada cardíaca, ou AVC) em pacientes submetidos a cirurgias não cardíacas.
A creatinina sérica elevada é um fator de risco para eventos cardíacos no perioperatório. No Escore de Lee, o ponto de corte específico para ser considerado um preditor é creatinina > 2,0 mg/dL, indicando disfunção renal significativa.
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