CMC - Fundação Centro Médico de Campinas (SP) — Prova 2025
Sobre as doenças venosas e arteriais periféricas e seu manejo cirúrgico, qual das alternativas é correta?
Isquemia crítica de membro → revascularização para preservar o membro.
A isquemia crítica de membro, manifestada por dor em repouso ou lesões tróficas, é a principal indicação para revascularização na doença arterial periférica crônica, visando evitar amputação.
A doença arterial obstrutiva periférica (DAOP) é uma condição comum, especialmente em idosos e pacientes com fatores de risco cardiovasculares. A isquemia crítica de membro (ICM) representa a forma mais grave da DAOP, caracterizada por dor isquêmica em repouso, úlceras que não cicatrizam ou gangrena, e é uma emergência vascular que exige intervenção para salvar o membro. O diagnóstico da ICM é clínico, complementado por exames como o índice tornozelo-braquial (ITB) e ultrassonografia Doppler. A fisiopatologia envolve a aterosclerose progressiva que leva à oclusão arterial e redução do fluxo sanguíneo para as extremidades. O tratamento da ICM visa aliviar a dor, cicatrizar lesões e, principalmente, preservar o membro. A revascularização, seja por angioplastia ou cirurgia de bypass, é a conduta mais apropriada nesses casos, restaurando o fluxo sanguíneo e melhorando o prognóstico.
Dor em repouso que melhora com a dependência, úlceras isquêmicas ou gangrena são sinais de isquemia crítica, indicando grave comprometimento do fluxo sanguíneo.
A revascularização é indicada principalmente em casos de isquemia crítica de membro para preservar a viabilidade do membro, aliviar a dor e promover a cicatrização de lesões.
Doença arterial periférica envolve obstrução das artérias, causando isquemia e dor à marcha, enquanto a venosa envolve disfunção das veias, levando a edema, varizes e úlceras venosas.
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