Profilaxia da Isoimunização Rh: Conduta Pós-Parto

MedEvo Simulado — Prova 2026

Enunciado

Uma puérpera de 24 anos, secundigesta (um parto vaginal prévio e um abortamento espontâneo), encontra-se em seu primeiro dia de pós-parto de um concepto a termo, nascido por via vaginal sem intercorrências. Durante o pré-natal, foi identificado que a paciente possui tipagem sanguínea O negativo e o teste de Coombs Indireto foi persistentemente negativo, inclusive na 28ª semana, ocasião em que recebeu uma dose profilática de imunoglobulina anti-D. O recém-nascido atual foi tipado como A positivo e apresenta teste de Coombs Direto negativo. Diante do quadro clínico e laboratorial apresentado, a conduta mais adequada para esta paciente em relação à prevenção da isoimunização Rh é:

Alternativas

  1. A) Dispensar a administração da imunoglobulina no puerpério, uma vez que a dose de 28 semanas garante proteção contra a sensibilização até o momento do parto.
  2. B) Solicitar o teste de Kleihauer-Betke para quantificar a hemorragia fetomaterna e decidir se há necessidade real de nova dose de imunoglobulina.
  3. C) Administrar a imunoglobulina anti-D em dose padrão em até 72 horas após o parto, independentemente da dose recebida durante a gestação.
  4. D) Realizar novo teste de Coombs Indireto materno e, se o resultado for negativo, liberar a paciente sem a necessidade de imunoprofilaxia.

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