SES-MA - Secretaria de Estado de Saúde do Maranhão — Prova 2015
O ovário é irrigado por:
Ovário → dupla irrigação: artéria ovariana (aorta) + ramo ovariano da artéria uterina (ilíaca interna).
A irrigação do ovário é dual, proveniente da artéria ovariana, que é um ramo direto da aorta abdominal, e do ramo ovariano da artéria uterina, que por sua vez é um ramo da artéria ilíaca interna. Essa dupla vascularização é crucial para a função ovariana e importante em procedimentos cirúrgicos.
A compreensão da irrigação ovariana é fundamental para estudantes e profissionais de medicina, especialmente em ginecologia e cirurgia. O ovário, órgão vital para a reprodução e produção hormonal feminina, possui um suprimento sanguíneo dual e robusto, garantindo sua funcionalidade mesmo em condições de estresse ou intervenção cirúrgica. Essa anatomia vascular é um tópico frequente em questões de residência médica e essencial para a prática clínica segura. A artéria ovariana, ramo direto da aorta abdominal, e o ramo ovariano da artéria uterina, proveniente da artéria ilíaca interna, formam uma anastomose significativa no hilo ovariano. Essa rede vascular complexa permite que o ovário receba sangue oxigenado de duas fontes distintas, o que é uma adaptação importante. O conhecimento detalhado desses vasos e seus trajetos é crucial para evitar complicações hemorrágicas durante procedimentos como ooforectomias ou ligaduras tubárias. Para a prática clínica, a identificação correta dessas estruturas é vital. Em cirurgias pélvicas, a ligadura do ligamento suspensor do ovário, que contém a artéria ovariana, é um passo importante. A compreensão da anastomose com a artéria uterina também explica por que a ligadura de apenas uma das fontes pode não comprometer totalmente a viabilidade ovariana, embora possa afetar sua função a longo prazo. Este conhecimento aprofundado é um diferencial para residentes e especialistas.
As principais artérias que irrigam o ovário são a artéria ovariana, que é um ramo direto da aorta abdominal, e o ramo ovariano da artéria uterina, que se origina da artéria ilíaca interna. Ambas formam uma anastomose importante.
A dupla irrigação garante um suprimento sanguíneo robusto e redundante para o ovário, essencial para sua função endócrina e reprodutiva. Em casos de ligadura de uma das artérias durante cirurgias, a outra pode manter a viabilidade do órgão.
A artéria ovariana se origina diretamente da aorta abdominal, geralmente abaixo das artérias renais. Ela desce pelo ligamento suspensor do ovário (infundibulopélvico) até alcançar o hilo ovariano, onde se ramifica.
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