Inversão Uterina Pós-Parto: Manejo e Tratamento

Santa Casa de São Paulo - ISCMSP/FCMSCSP (SP) — Prova 2016

Enunciado

Gestante, 37 anos, com 5 partos normais anteriores e apresentando idade gestacional de 39 semanas confirmada por ultrassonografia, refere contrações uterinas. Ao exame apresenta pressão arterial de 130x90 mmHg, altura uterina de 38 cm, dinâmica uterina de 4 contrações de 40 segundos em 10 minutos, colo pérvio para 4 cm, apresentação cefálica, bolsa íntegra. Aproximadamente 3 horas após a avaliação, a referida gestante evolui para parto normal com recém-nascido de 4180g, APGAR 8/9. Dez minutos após dequitação de uma placenta de 680g a parturiente inicia hemorragia genital de grande volume. Sobre este caso é possível afirmar;

Alternativas

  1. A) Sendo a causa à inversão uterina e havendo insucesso inicial da manobra de Johnson, cabe repeti-la após administração de nitroglicerina.
  2. B) Havendo falha de reposicionamento do útero na inversão uterina aguda, a única possibilidade terapêutica será a histerectomia abdominal.
  3. C) A primeira medida a ser tomada em casos como este é a imediata introdução de balão de Bakri no interior do útero.
  4. D) Este é um dos raros casos em que há hemorragia de quarto período na ausência de fatores de risco para esta condição.
  5. E) Provavelmente trata-se de um caso de atonia uterina e sua correção pode ser feita com cirurgia de Huntington.

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