Intussuscepção Pediátrica: Diagnóstico e Manejo por Enema

SURCE - Sistema Único de Residência do Ceará — Prova 2016

Enunciado

Menina, 10 meses de idade, bem nutrida, é atendida no setor de emergência por choro intenso há 6 horas. Face a episódios de movimento das pernas ao encontro do abdome, percebe-se padrão de cólicas abdominais, com de intervalos cada vez menores. Mãe relata ainda vômitos há 2 horas. Ao exame, criança encontra-se alerta, permanecendo calma nos intervalos de dor e não apresenta alterações hemodinâmicas ou indícios clínicos de choque séptico. Abdome se encontra distendido, sem sinais de peritonite. No toque retal: ampola vazia, com muco e sangue. Ultrassonografia de abdome revela alça intestinal com multicamadas visíveis (aparência de um “alvo”). Hemograma normal. Considerando a hipótese diagnóstica mais provável para essa criança, a melhor conduta terapêutica, entre as opções abaixo, é: 

Alternativas

  1. A) Distorção da lesão isquêmica por acesso videolaparoscópico. 
  2. B) Enema usando contraste baritado ou ar guiado por fluoroscopia. 
  3. C) Ressecção da lesão intestinal e confecção de ostomias por laparotomia exploradora.  
  4. D) Ressecção da lesão intestinal seguida de anastomose primária por acesso videoassistido.  

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