Intubação em Sequência Atrasada (DSI) no Trauma Grave

USP/HCFMUSP - Hospital das Clínicas da FMUSP (SP) — Prova 2024

Enunciado

Homem de 42 anos vítima de queda de altura estimada de 9 metros. Na chegada à sala de trauma apresenta os seguintes dados fornecidos pelo suporte básico: • M (Mechanism): queda de altura de 9 metros sem equipamentos de proteção; • I (Injury): TCE grave, fraturas de úmero bilateral e fratura de fêmur esquerdo; • V (Vital sign): FC: 145 bpm, FR: 26, PA: 60x46 mmHg, SatO2: 96%, Escala de coma de Glasgow: 7; • T (Treatment): imobilização cervical, prancha rígida, imobilização de fraturas e oxigênio suplementar em cateter O2. Qual é o método recomendado e a sequência correspondente para garantir a via aérea definitiva?

Alternativas

  1. A) Intubação sequência rápida (Rapid sequence intubation): ventilação com dispositivo bolsaválvula-máscara (Ambu), maca em posição neutra, midazolam, fentanil, succinilcolina.
  2. B) Intubação sequência rápida (Rapid sequence intubation): ventilação com dispositivo bolsaválvula-máscara (Ambu), maca em proclive, propofol, fentanil, rocurônio.
  3. C) Intubação sequência atrasada (Delayed sequence intubation): pré-oxigenação, oxigenação apneica, maca em proclive, quetamina e succinilcolina.
  4. D) Intubação sequência atrasada (Delayed sequence intubation): pré-oxigenação, oxigenação apneica, maca em proclive, lidocaína, fentanil, propofol, succinilcolina.

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