Intubação Pediátrica em Trauma: Guia para Residentes

FUBOG - Fundação Banco de Olhos de Goiás — Prova 2018

Enunciado

Renato, 10 anos, vítima de atropelamento, chega ao PSI em MEG, cianótico, anictérico, afebril, desidratado, bradipneico. Aparelho respiratório: MV + bilateral sem RA; aparelho cardiovascular: BRNF em 2 T sem sopros; abdômen inocente; perfusão periférica de 5 segundos; não responde á estímulos externos. A melhor postura a ser tomada diante da situação apresentada é:

Alternativas

  1. A) Iniciar RCP sincronizada com 15:2 e administrar adrenalina 1 ml diluída em 9 ml de água, oferecendo 0,1 ml/Kg em bolus.
  2. B) Realizar intubação orotraqueal com sequência rápida de IOT com midazolam + fentanyl + bloqueador neuromuscular, após a colocação de colar cervical.
  3. C) necessidade destas medicações, após a colocação de coxim em região occipital.
  4. D) Realizar intubação orotraqueal sem sequência rápida de IOT, pois o paciente está em parada cardiorrespiratória, portanto não há necessidade destas medicações, após a colocação de colar cervical.

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