FUBOG - Fundação Banco de Olhos de Goiás — Prova 2021
A Intubação Orotraqueal (IOT) é um procedimento médico que visa estabelecer o controle definitivo da via aérea. A IOT NÃO é indicada em:
Transecção de traqueia → contraindicação para IOT, risco de via aérea perdida.
A transecção de traqueia é uma contraindicação para IOT, pois a passagem do tubo pode agravar a lesão e levar à perda completa da via aérea. Nesses casos, abordagens cirúrgicas como traqueostomia ou cricotireoidostomia são preferíveis.
A Intubação Orotraqueal (IOT) é um procedimento salvador de vidas, fundamental para o controle definitivo da via aérea em diversas situações críticas. Suas indicações são amplas e incluem insuficiência respiratória aguda grave, rebaixamento do nível de consciência com risco de aspiração (GCS ≤ 8), instabilidade hemodinâmica grave que comprometa a ventilação e oxigenação, e parada cardiorrespiratória. O objetivo é garantir a ventilação adequada e proteger as vias aéreas. No entanto, existem situações em que a IOT é contraindicada ou deve ser abordada com extrema cautela. A transecção de traqueia é uma dessas contraindicações absolutas. Tentar intubar um paciente com traqueia seccionada pode agravar a lesão, causar um pneumotórax e, mais perigosamente, levar à perda completa da via aérea, tornando a ventilação impossível. Nesses casos, a abordagem da via aérea deve ser cirúrgica e realizada por um profissional experiente. É crucial que o médico emergencista e o residente conheçam não apenas as indicações, mas também as contraindicações e as alternativas para o manejo da via aérea, garantindo a segurança do paciente e a escolha da técnica mais apropriada para cada cenário clínico.
As principais indicações para IOT incluem insuficiência respiratória aguda grave e refratária, proteção de via aérea em pacientes com rebaixamento do nível de consciência (GCS ≤ 8), instabilidade hemodinâmica grave que comprometa a ventilação e oxigenação, e parada cardiorrespiratória.
Na transecção de traqueia, a passagem do tubo orotraqueal pode agravar a lesão, deslocar os segmentos traqueais e levar à perda completa da via aérea, tornando a ventilação impossível.
Em casos de transecção de traqueia, a abordagem da via aérea deve ser cirúrgica, como a traqueostomia ou cricotireoidostomia, para estabelecer uma via aérea distal à lesão.
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