SES-PB - Secretaria de Estado de Saúde da Paraíba — Prova 2024
Durante consulta de puericultura de um lactente de seis meses em aleitamento materno exclusivo, os pais solicitam orientações sobre como proceder com a alimentação de seu filho a partir de então. Sobre a orientação quanto ao início da alimentação complementar, é correto afirmar:
Alimentação complementar aos 6 meses: oferecer em colher, ajustar consistência, permitir exploração tátil da criança.
A introdução alimentar aos 6 meses deve respeitar a autonomia do bebê, oferecendo alimentos em consistência adequada e permitindo que ele explore com as mãos, promovendo o desenvolvimento sensorial e a aceitação de novos sabores e texturas.
A alimentação complementar é um marco crucial no desenvolvimento do lactente, iniciando-se idealmente aos seis meses de vida, quando o sistema digestório e renal do bebê estão mais maduros e ele demonstra sinais de prontidão. É um período de transição nutricional e de desenvolvimento de hábitos alimentares saudáveis, sendo fundamental para prevenir deficiências nutricionais e promover o crescimento adequado. A orientação correta aos pais é essencial para o sucesso dessa fase. A fisiopatologia da introdução alimentar envolve a maturação enzimática e a capacidade de deglutição e mastigação do bebê. O diagnóstico de prontidão é clínico, observando o interesse do bebê, a capacidade de sentar com apoio e a perda do reflexo de protrusão da língua. A abordagem deve ser responsiva, permitindo que a criança explore os alimentos e respeitando seus sinais de saciedade. O tratamento, ou melhor, a conduta, envolve a oferta de alimentos variados de todos os grupos alimentares (cereais, tubérculos, leguminosas, carnes, ovos, frutas e vegetais), sem adição de açúcar, sal ou mel. A consistência deve ser ajustada progressivamente. O prognóstico é favorável quando as orientações são seguidas, contribuindo para um desenvolvimento saudável e a formação de bons hábitos alimentares.
A alimentação complementar deve ser iniciada aos 6 meses de idade, quando o bebê apresenta sinais de prontidão, como sustentar a cabeça e o tronco, e demonstrar interesse pelos alimentos.
Inicialmente, os alimentos devem ser oferecidos na consistência de papa amassada, evoluindo gradualmente para pedaços pequenos e macios, respeitando o desenvolvimento da mastigação do bebê.
Não, o aleitamento materno deve ser mantido até os 2 anos ou mais, sendo o alimento principal até 1 ano. Os alimentos complementares são adicionados, não substituem o leite materno.
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