AMS - Autarquia Municipal de Saúde de Apucarana (PR) — Prova 2022
São sintomas associados a intoxicações por teofilina:
Intoxicação por teofilina → sintomas GI, neurológicos (convulsões), cardíacos (arritmias) e metabólicos (hipocalemia, hiperglicemia, *raramente hipoglicemia refratária*).
A intoxicação por teofilina é uma emergência que pode causar uma gama de sintomas, incluindo distúrbios neurológicos graves como convulsões, e cardiovasculares como arritmias. Embora a hiperglicemia seja mais comum, casos raros de hipoglicemia, por vezes refratária, foram descritos, especialmente em crianças, tornando-a uma possível, ainda que incomum, manifestação.
A teofilina é um broncodilatador metilxantina com uma janela terapêutica estreita, o que a torna propensa a causar toxicidade em doses elevadas ou em pacientes com metabolismo comprometido. A intoxicação por teofilina é uma emergência médica que pode apresentar uma ampla gama de manifestações clínicas, afetando múltiplos sistemas orgânicos. Os sintomas mais frequentemente associados à toxicidade por teofilina incluem distúrbios gastrointestinais (náuseas, vômitos), neurológicos (cefaleia, insônia, irritabilidade, tremores, e em casos graves, convulsões que podem ser refratárias ao tratamento convencional) e cardiovasculares (taquicardia sinusal, arritmias supraventriculares e ventriculares). Distúrbios metabólicos como hipocalemia, hiperglicemia e acidose metabólica são também descritos. Embora a hiperglicemia seja uma manifestação metabólica mais comum, a hipoglicemia, por vezes refratária ao tratamento, foi relatada em casos raros de intoxicação por teofilina, particularmente em crianças. É importante estar ciente dessa possibilidade, mesmo que menos frequente, para um manejo completo e eficaz da intoxicação. O tratamento visa a descontaminação, suporte e eliminação da droga.
Os sintomas mais comuns incluem náuseas, vômitos, dor abdominal, cefaleia, insônia, irritabilidade, taquicardia e tremores. Em casos graves, podem ocorrer arritmias cardíacas e convulsões.
Embora a hiperglicemia seja mais comum, a teofilina pode, em casos raros e por mecanismos não totalmente elucidados, levar à hipoglicemia, especialmente em pacientes pediátricos. A refratariedade indica a dificuldade de correção com as terapias habituais.
A conduta inicial envolve a interrupção da teofilina, suporte hemodinâmico e respiratório, monitorização cardíaca e dos níveis séricos da droga. Carvão ativado pode ser útil se administrado precocemente, e hemodiálise em casos de toxicidade grave.
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