Risco Relativo: Interpretação na Prevenção do Parto Prematuro

IAMSPE/HSPE - Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público - Hospital do Servidor (SP) — Prova 2015

Enunciado

É comum administrar progesterona (200 mg/dia, via vaginal) para mulheres que têm entre 20 e 25 semanas de gravidez, 15 mm ou menos de comprimento do colo do útero, a fim de evitar partos antes de 34 semanas de gravidez. O risco relativo de isso ocorrer entre as mulheres medicadas e as que não fazem uso de medicamentos foi calculado em: RR = 0,56 com intervalo de confiança de IC: 0,36 – 0,86. Isso permite concluir que: 

Alternativas

  1. A) Não há diferença estatisticamente significante entre o grupo que recebeu progesterona e o que não recebeu. 
  2. B) O grupo que recebeu progesterona tem 56% a mais de probabilidade de ter o parto abaixo de 34 semanas. 
  3. C) O grupo que recebeu progesterona tem uma probabilidade significantemente menor, do ponto de vista estatístico, de ter parto com menos de 34 semanas. 
  4. D) O cálculo do risco relativo não é uma boa forma de comparar os grupos com e sem terapêutica hormonal. 
  5. E) Esses cálculos estatísticos são de pouca valia porque a administração de progesterona entre 24 e 34 semanas de gravidez é nociva ao feto.

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