Integralidade na APS: O Papel do Médico de Família

Universidade do Estado do Pará - Belém — Prova 2018

Enunciado

A integralidade na prática do Médico de Família e Comunidade (MFC) deve ser uma constante. O modelo hospitalocêntrico de atenção valoriza as especialidades focais, fragmenta a pessoa e o cuidado, sem contextualizar os problemas. Neste contexto, é correto afirmar que:

Alternativas

  1. A) a reorientação do modelo assistencial perpassa por um cuidado centrado no binômio queixa-conduta, pois esta praticidade de cuidado é o que o usuário e os gestores almejam e necessitam: atendimento e produtividade, respectivamente.
  2. B) o novo modelo assistencial requer mudanças de paradigma. A ineficácia, a iatrogenia e o aumento dos custos na saúde estão relacionados ao paradigma biopsicossocial.
  3. C) a abordagem biotecnológica reduz a pessoa a uma doença, sem contexto próximo ou remoto, assemelhando-se ao Método Clínico Centrado na Pessoa (MCP).
  4. D) a reorientação do modelo assistencial a partir do paradigma biopsicossocial requer uma ampliação do diagnóstico biomédico da doença e uma contextualização, ou seja, captar os fatores que influenciam o processo saúde-adoecimento.
  5. E) na visão reducionista ou hospitalocêntrica, o Médico de Família e Comunidade (MFC) diagnostica a doença de uma pessoa, limitando-se apenas ao diagnostico biomédico. Assim define-se sua prática na APS.

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