Insulinoterapia Basal-Bolus: Dose e Resistência Insulínica

HOA - Hospital de Olhos de Aparecida de Goiânia (GO) — Prova 2019

Enunciado

Insulina basal-bolus Trata-se de um esquema de reposição completa das necessidades de insulina do paciente, constituindo o paradigma de tratamento no DM1. Em associação com a modalidade terapêutica por bomba de infusão contínua, forma o que se convenciona chamar de insulinoterapia intensiva. Não podemos, apenas, aceitar que

Alternativas

  1. A) geralmente, é feito com uma dose de insulina de ação longa ou ultralonga mais três ou quatro doses de insulina de ação curta ou rápida por dia, sendo esse o esquema mais flexível.
  2. B) a dose total diária de insulina nos esquemas de reposição plena varia de 0,5 a 1,5 U/kg, não dependendo do grau de resistência insulínica.
  3. C) o componente basal pode ser também, implementado com duas ou três doses da insulina de ação intermediária em vez da longa ou ultralonga.
  4. D) alternativamente, podem-se usar doses prandiais de insulina bifásica 50/50 mais uma dose menor de longa ou ultralonga ao dia. Raramente há casos que se adaptam a um esquema com três doses por dia de insulinas bifásicas 70/30 ou 75/25, às refeições. 

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