Santa Casa de Barra Mansa (RJ) — Prova 2021
Na insuficiência suprarrenal primária, a deficiência de aldosterona manifesta-se por:
Deficiência de aldosterona na insuficiência suprarrenal primária → hiponatremia, hiperpotassemia, hipotensão, desidratação, acidose metabólica.
A aldosterona é um mineralocorticoide que atua na reabsorção de sódio e excreção de potássio e hidrogênio nos túbulos renais. Sua deficiência na insuficiência suprarrenal primária leva à perda de sódio e água, retenção de potássio e hidrogênio, resultando em hiponatremia, hiperpotassemia, desidratação, acidose metabólica e hipotensão.
A insuficiência suprarrenal primária, também conhecida como Doença de Addison, é uma condição endócrina rara caracterizada pela destruição das glândulas adrenais, resultando na deficiência de glicocorticoides (cortisol), mineralocorticoides (aldosterona) e androgênios adrenais. Sua etiologia mais comum é autoimune, mas pode ser causada por infecções (tuberculose), metástases ou hemorragia adrenal. O reconhecimento precoce é vital, pois a condição pode progredir para uma crise adrenal, uma emergência médica com alta mortalidade. A aldosterona, um mineralocorticoide, desempenha um papel crucial na regulação do balanço hidroeletrolítico e da pressão arterial. Ela age nos túbulos renais, promovendo a reabsorção de sódio e água e a excreção de potássio e íons hidrogênio. Na insuficiência suprarrenal primária, a deficiência de aldosterona leva a uma perda renal excessiva de sódio e água, resultando em hiponatremia e desidratação. Concomitantemente, há retenção de potássio e hidrogênio, causando hiperpotassemia e acidose metabólica. Clinicamente, a deficiência de aldosterona manifesta-se por hipotensão arterial (muitas vezes ortostática), fadiga, fraqueza, tontura e, em casos graves, choque circulatório. O tratamento envolve a reposição hormonal com fludrocortisona (um mineralocorticoide sintético) para corrigir os distúrbios eletrolíticos e a pressão arterial, além da reposição de glicocorticoides (hidrocortisona) para a deficiência de cortisol. O manejo adequado é fundamental para prevenir a crise adrenal e melhorar a qualidade de vida dos pacientes.
A deficiência de aldosterona manifesta-se por hiponatremia, hiperpotassemia, desidratação, acidose metabólica e hipotensão arterial, podendo evoluir para choque circulatório em casos graves.
A aldosterona é responsável pela reabsorção de sódio e água nos rins. Sua deficiência leva à perda renal de sódio e água, resultando em depleção de volume intravascular, desidratação e hipotensão.
A deficiência de aldosterona causa distúrbios eletrolíticos e hemodinâmicos (hiponatremia, hiperpotassemia, hipotensão). A deficiência de cortisol contribui para fadiga, fraqueza, hipoglicemia e, em casos primários, hiperpigmentação devido ao aumento do ACTH.
Responda esta e mais de 150 mil questões comentadas no MedEvo — a plataforma de residência médica com IA.
Responder questão no MedEvo