Santa Casa de Votuporanga (SP) — Prova 2021
O quadro clínico da insuficiência respiratória pode variar de acordo com a etiologia e a faixa etária da criança. No lactente os sinais e sintomas são mais exuberantes do que no adolescente. Sobre o tema, é incorreto afirmar que:
Sinais cardiovasculares (taquicardia, bradicardia, hipotensão) na IR pediátrica indicam GRAVIDADE, não menor gravidade.
A alternativa D está incorreta porque sinais cardiovasculares como taquicardia, bradicardia, hipotensão e má perfusão periférica são indicadores de gravidade e descompensação na insuficiência respiratória pediátrica, refletindo a falha dos mecanismos compensatórios.
A insuficiência respiratória (IR) é uma das principais causas de morbimortalidade em pediatria, sendo crucial o reconhecimento precoce de seus sinais. A apresentação clínica varia com a idade e etiologia, mas a identificação rápida permite intervenção e melhora do prognóstico. Residentes devem dominar a avaliação do desconforto respiratório em crianças. O diagnóstico da IR baseia-se na observação de sinais e sintomas respiratórios e cardiovasculares. A taquipneia é o sinal mais precoce, indicando esforço compensatório. Sinais como tiragens, batimento de asa de nariz e gemência são comuns. A bradipneia e a apneia são sinais de descompensação e gravidade iminente. Sinais cardiovasculares, como taquicardia ou bradicardia, hipotensão e má perfusão periférica, são indicadores de choque e gravidade, não de menor risco. O manejo da IR pediátrica envolve suporte ventilatório, oxigenoterapia e tratamento da causa subjacente. A monitorização contínua dos sinais vitais e do nível de consciência é fundamental. O reconhecimento da deterioração clínica, especialmente a progressão para sinais cardiovasculares de choque, exige intervenção imediata para evitar parada cardiorrespiratória.
A taquipneia é o sinal clínico mais precoce em qualquer idade, indicando um aumento do volume minuto como mecanismo compensatório para manter a oxigenação.
Bradipneia, apneia, cianose, hipotensão, bradicardia e má perfusão periférica são sinais tardios e de extrema gravidade, indicando falha dos mecanismos compensatórios.
Sinais como taquicardia, bradicardia, hipotensão e má perfusão periférica são indicadores de gravidade, refletindo a resposta do sistema cardiovascular à hipoxemia e acidose.
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