Cirrose e IRA: Manejo da Insuficiência Renal Aguda em Ascite

HOS/BOS - Hospital Oftalmológico de Sorocaba - Banco de Olhos (SP) — Prova 2022

Enunciado

Homem, 57 anos, portador de cirrose hepática de etiologia alcoólica, em uso regular de espironolactona 200 mg e furosemida 80 mg/dia, interna por agravamento da ascite, sem outras queixas. Clinicamente e hemodinamicamente estável. Exames laboratoriais: hemoglobina = 12,4 g/dL; bilirrubina total = 2,9 mg/dL; albumina = 2,7 g/L; creatinina = 2,61 mg/dL (prévia 0,9 mg/dL); sódio = 133 mEq/L; potássio = 4,7 mEq/L; paracentese diagnóstica evidencia líquido ascítico com: leucócitos = 150/mm³ (90% linfócitos); proteína total = 1,1 g/L; albumina = 0,8 g/L; glicose = 97 mg/dL. A conduta clínica inicial adequada para esse paciente é:

Alternativas

  1. A) realizar triagem infecciosa, suspender diuréticos e iniciar expansão volêmica com albumina.
  2. B) realizar triagem infecciosa, suspender diuréticos e iniciar expansão volêmica com solução fisiológica 0,9%.
  3. C) realizar triagem infecciosa, reduzir diuréticos e prescrever expansão volêmica com plasma.
  4. D) introduzir tratamento para peritonite bacteriana espontânea e suspender diurético.
  5. E) introduzir tratamento para peritonite bacteriana espontânea e terlipressina com albumina.

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