ICFER: Otimização Terapêutica com Inibidores SGLT2

UFPR/HC - Complexo Hospital de Clínicas da UFPR (PR) — Prova 2022

Enunciado

Paciente feminina, 52 anos, portadora de cardiopatia chagásica com disfunção ventricular sistólica (fração de ejeção de 21% no último ecocardiograma), procurou atendimento ambulatorial. Não apresenta histórico de diabetes ou doença renal crônica. Em uso de carvedilol 3,125 mg de 12/12 horas, sacubitril-valsartana 97/103 mg de 12/12 horas, espironolactona 25 mg pela manhã e furosemida 40 mg pela manhã, todos os dias. Relatou que nesta semana foi andando à padaria próxima de sua casa e precisou parar ao andar uma quadra na subida, e que também teve dispneia ao andar mais de três quadras em terreno plano. Nega ortopneia ou dispneia paroxística noturna. Ao exame físico, apresenta pressão arterial de 110/70 mmHg, frequência cardíaca de 51 bpm, saturação de 98% em ar ambiente, jugulares não ingurgitadas, ausculta cardíaca e pulmonar dentro da normalidade, sem edema de membros inferiores. Considerando o caso clínico descrito, para realizar o ajuste terapêutico deve-se:

Alternativas

  1. A) aumentar furosemida para 40 mg pela manhã e 40 mg à tarde.
  2. B) aumentar carvedilol para 6,25 mg de 12/12 horas.
  3. C) iniciar ivabradina 5 mg 12/12 horas.
  4. D) manter a prescrição atual, pois a paciente encontra-se compensada ao repouso.
  5. E) iniciar inibidor do cotransportador sódio-glicose 2 (iSGLT2).

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