ICFEP: Diagnóstico da Insuficiência Cardíaca com FE Preservada

HSC - Hospital Samaritano Campinas (SP) — Prova 2024

Enunciado

Homem de 62 anos, em investigação de dispneia progressiva – atualmente a médios esforços – de início há oito meses. Como antecedentes, é hipertenso e obeso, sem história de tabagismo. Vem em uso regular de enalapril e hidroclorotiazida. Ao exame físico, FC= 90bpm, PA= 140/100mmHg, com estase jugular a 45° e edema de membros inferiores. Traz radiografia de tórax sem alterações. Ecocardiograma de repouso mostra câmaras cardíacas de dimensões normais, com espessura pouco aumentada, fração de ejeção do VE = 60%, sem alteração valvar ou segmentar da motilidade e com pressão sistólica de artéria pulmonar estimada em 38mmHg, com onda E/e’ = 12 ao Doppler. Dosagem de peptídeo natriurético (PNB) = 450pg/mL (referência normal =<35pg/mL). Diante desses dados, para confirmar o diagnóstico mais provável deste paciente, devemos

Alternativas

  1. A) complementar com ecocardiograma de stress diastólico, pois o escore HSFPEF é baixo e inconclusivo
  2. B) considerar insuficiência cardíaca com fração de ejeção preservada confirmada e não realizar mais exames diagnósticos
  3. C) indicar investigação adicional com angiotomografia ou cintilografia V/Q para esclarecer a hipertensão pulmonar
  4. D) realizar cintilografia miocárdica ou cineangiocoronariografia pela alta probabilidade de equivalente anginoso.

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