ICFEP: Manejo da Congestão e Comorbidades

Universidade Evangélica de Goiás — Prova 2020

Enunciado

Paciente de 72 anos, sexo feminino, refere dispneia progressiva aos esforços, atualmente até para os esforços habituais, de início há seis meses, acompanhada de edema de membros inferiores, aumento do volume abdominal e tosse seca. Há duas semanas passou a referir, também, ortopneia e dispneia paroxística noturna. A paciente é obesa (IMC de 32 kg/m²), tem história de hipertensão arterial e diabetes mellitus. Faz uso regular de anlodipino, hidroclorotiazida, metformina e glibenclamida. Ao exame físico apresenta estertores crepitantes finos em terços inferiores de ambos os hemitórax, ritmo cardíaco regular em dois tempos, sem sopros e turgência jugular a 45 graus, fígado palpável à 3 cm do RCD, PA de 152/88 mmHg, FC de 76 bpm, SaO₂ em 94%, glicemia capilar casual de 256 mg/dl. Ecodopplercardiograma realizado há 30 dias revela hipertrofia ventricular discreta e fração de ejeção do ventrículo esquerdo de 67%. Para este caso deve-se:

Alternativas

  1. A) introduzir o uso de inibidores da ECA, betabloqueadores e espironolactona para aumentar a sobrevida a longo prazo.
  2. B) tratar a congestão com diuréticos de alça e apenas ajustar anti-hipertensivos e hipoglicemiantes.
  3. C) investigar a presença de doença pulmonar, já que apresenta insuficiência cardíaca direita.
  4. D) deve-se considerar anticoagulante de uso oral pelo risco elevado de fibrilação atrial.

Responda esta e mais de 150 mil questões comentadas no MedEvo — a plataforma de residência médica com IA.

Responder questão no MedEvo