ICFER Sintomática: iSGLT2 e ARNI na Terapia Quádrupla Atual

AMP - Associação Médica do Paraná — Prova 2026

Enunciado

Paciente de 65 anos de idade com diagnóstico de insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida (FE 28%) secundária a miocardiopatia isquêmica. No momento está em uso de carvedilol 25mg, enalapril 10mg, espironolactona 25mg / dia e uso de diurético de alça conforme a necessidade. Mesmo otimizado clinicamente, permanece sintomático (NYHA 3) e foi recentemente internado por descompensação. Ecocardio transtorácico demonstra dilatação ventricular esquerda, eletrocardiograma um QRS de 112 ms em ritmo sinusal. Função renal estável, creatinina 1,3mg/dl. Considerando evidências e recomendações atuais, a melhor próxima intervenção farmacológica que provavelmente reduzirá hospitalizações e mortalidade deste paciente?

Alternativas

  1. A) Suspender a espironolactona e iniciar ivabradina.
  2. B) Avaliar o uso de inotrópico, com infusão ambulatorial crônica para melhora dos sintomas.
  3. C) Trocar carvedilol por um betabloqueador cardiosseletivo (bisoprolol) como primeira medida.
  4. D) Introduzir inibidor SGLT2 (por exemplo empaglifozina), e após estabilização clínica avaliar a troca de IECA por sacubitril/valsartana (ARNI).
  5. E) Realizar a troca de enalapril e espironolactona, e iniciar vasodilatadores que reduzem pré e pós carga como hidralazina e monocordil.

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