ICFER: Quando Indicar Ivabradina no Tratamento?

IFF/Fiocruz - Instituto Fernandes Figueira (RJ) — Prova 2020

Enunciado

Uma senhora de 68 anos procura atendimento médico devido à dispneia progressiva há quatro meses, acompanhada de despertares noturnos por falta de ar e tosse. Nega febre. História patológica pregressa: hipertensão arterial e diabete melito tipo 2. Medicações de uso habitual: enalapril 40mg/dia, furosemida 40 mg/dia, espironolactona 25mg/dia, metformina 2000mg/dia, linagliptina 5mg/dia, bisoprolol 10mg/dia, rosuvastatina 20mg/dia e AAS 100mg/dia. Ao exame: PA: 120 x 70 mmHg; FC: 72 BPM; Ritmo cardíaco regular em 3 tempos (B3), com sopro sistólico 2+/6+ no foco mitral; murmúrio bronco vesicular universalmente audível, com estertores crepitantes em ambas as bases pulmonares. ECG: ritmo sinusal com alterações difusas da repolarização ventricular. Ecocardiograma: disfunção sistólica moderada de VE (Fração de Ejeção Ventricular Esquerda = 39%), regurgitação mitral leve, aumento das dimensões atrial e ventricular esquerda. Assinale a alternativa que contém a medida terapêutica recomendada:

Alternativas

  1. A) Ressincronizador Cardíaco.
  2. B) Desfibrilador Cardíaco implantável.
  3. C) Ivabradina.
  4. D) Troca do bisoprolol por carvedilol.

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