Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Preservada: Manejo

Universidade Evangélica de Goiás — Prova 2017

Enunciado

Mulher de 74 anos apresenta história de dispneia progressiva aos esforços de início há 8 meses, evoluindo com ortopneia e dispneia paroxística noturna, além de edema de membros inferiores e aumento do volume abdominal. Ao exame físico, a pressão arterial é 166/74 mmHg, FC 88 bpm, estertores crepitantes finos em bases bilateralmente, e turgência jugular. Eletrocardiograma revela ritmo sinusal e sobrecarga ventricular esquerda, e ecocardiograma mostra hipertrofia miocárdica com fração de ejeção do ventrículo esquerdo de 72%. Sobre este quadro, sabe-se que

Alternativas

  1. A) o diagnóstico de insuficiência cardíaca pode ser descartado pela fração de ejeção preservada, necessitando buscar outras etiologias para a congestão.
  2. B) inibidores da enzima conversora de angiotensina, betabloqueadores e diuréticos podem ser utilizados sem, contudo, diminuírem a mortalidade.
  3. C) a paciente está em edema agudo pulmonar e deve ser tratada com nitratos, morfina e furosemida em doses altas.
  4. D) o uso da espironolactona demonstrou reduzir a taxa de mortalidade nesses pacientes. 

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