Ventilação Não Invasiva na Insuficiência Cardíaca Aguda

SUS-BA - Sistema Único de Saúde da Bahia — Prova 2025

Enunciado

Homem, 72 anos de idade, portador de hipertensão e com história de infarto agudo do miocárdio há 5 anos, dá entrada na emergência com dispneia progressiva, ortopneia e edema de membros inferiores. Relata piora nas últimas 48 horas. Exame físico revela PA: 150x95 mmHg, FC: 110 bpm, murmúrios vesiculares diminuídos em bases pulmonares, estertores crepitantes bilaterais e turgência jugular presente. SatO2: 88% em ar ambiente. Eletrocardiograma com sobrecarga ventricular esquerda e radiografia de tórax com infiltrados pulmonares bilaterais. Ecocardiograma prévio com fração de ejeção de 35%. Administrado oxigênio suplementar e furosemida intravenosa.\n\nDiante do caso apresentado, em relação ao manejo ventilatório desse paciente, é correto afirmar:

Alternativas

  1. A) A ventilação não invasiva deve ser usada como medida de resgate apenas quando houver falência respiratória iminente.
  2. B) A ventilação não invasiva está indicada por melhorar a oxigenação e diminuir o retorno venoso, aliviando a congestão pulmonar.
  3. C) A ventilação não invasiva não tem benefícios claros nesse cenário, sendo melhor indicada a intubação precoce.
  4. D) A ventilação não invasiva é contraindicada em pacientes com pressão arterial elevada, como nesse caso.

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