Manejo de iSGLT2 no Perioperatório: Prevenção de Cetoacidose
HIAE/Einstein - Hospital Israelita Albert Einstein (SP) — Prova 2026
Enunciado
Homem de 63 anos, com diabetes tipo 2 controlado (HbA1c: 7,1%), em uso de metformina e dapagliflozina, é internado para artroplastia eletiva de quadril. Está em jejum há 12 horas, glicemia capilar de 148 mg/dL e exames laboratoriais normais. O anestesista responsável questiona sobre a segurança do uso pré-operatório da dapagliflozina (inibidor de SGLT2). Considerando as evidências atuais e as recomendações de sociedades médicas, qual é a conduta mais adequada em relação ao uso de iSGLT2 no perioperatório?
Alternativas
A) Manter dapagliflozina até o dia da cirurgia, já que o risco de hipoglicemia perioperatória é menor em comparação a outras drogas orais.
B) Suspender a dapagliflozina apenas no dia do procedimento, visto que o jejum prolongado associado ao uso não aumenta risco metabólico relevante.
C) Suspender o iSGLT2 pelo menos 3 dias antes da cirurgia eletiva, devido ao risco aumentado de cetoacidose diabética euglicêmica no perioperatório.
D) Evitar o uso de insulina no perioperatório de pacientes em uso crônico de iSGLT2, pois essa combinação potencializa o risco de cetoacidose diabética euglicêmica.
Responda esta e mais de 150 mil questões comentadas no MedEvo — a plataforma de residência médica com IA.