UFES/HUCAM - Hospital Universitário Cassiano Antônio Moraes - Vitória (ES) — Prova 2020
Dentre as mais recentes alternativas de tratamento da dislipidemia encontram-se os inibidores da pró-proteína convertase subtilisina/kexina tipo 9 (PCSK9). Dados os altos custos da medicação e a insuficiência de evidências científicas para sua incorporação na prática clínica regular, sua prescrição deve ser feita com parcimônia. A tabela mostra o número necessário para tratar (NNT) para prevenir um desfecho cardiovascular adicionando PCSK9 a pacientes com variados graus de risco cardiovascular (CV) global que já usam estatina. Considerando a tabela traz informações sobre 15 perfis de pacientes (coluna 1), os que mais se beneficiaram do uso de PCSK9 seriam os de perfil: NNT de 5 anos para prevenir 1 evento cardiovascular em indivíduos com risco cardiovascular muito alto, alto e moderado com uso de PCSK9 em pacientes que já usam estatina em dosagem máxima.
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