Inibidores da PDE5: Mecanismo de Ação na Disfunção Erétil

Santa Casa de Goiânia (GO) — Prova 2021

Enunciado

A medicação administrada por via oral para disfunção erétil (DE) atende a muitos dos atributos da “terapia ideal”, que incluem conveniência, simplicidade e não invasividade (Morales et al., 1995). As terapias orais estão cada vez mais em demanda para atender ao objetivo terapêutico de eficácia clínica também. Sobre os inibidores da fosfodiesterase tipo 5 (PDE5), sabe-se que:

Alternativas

  1. A) bloqueiam a ação catalítica da enzima que degrada o cGMP, o efetor a jusante do óxido nítrico mediador da ereção, que então facilita o sinal de mecanismos de transdução do relaxamento do músculo liso do corpo cavernoso.
  2. B) aumentam, mas não induzem a resposta erétil, e a indução da ereção peniana requer a liberação de óxido nítrico das terminações nervosas penianas e do músculo liso peniano sob a influência da estimulação sexual.
  3. C) as estruturas químicas do sildenafil e da apomorfina são semelhantes, ao contrário do vardenafil, e essa diferença explica algumas distinções fenomenológicas observadas entre esses agentes.
  4. D) o tadalafil possui uma meia-vida de eliminação mais curta do que os outros três inibidores da PDE5. Esta característica sugere uma janela terapêutica mais curta oferecida por essa droga.

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