UFMA/HU-UFMA - Hospital Universitário da UFMA (MA) — Prova 2021
São contraindicações ao uso dos inibidores do Fator de Necrose Tumoral (TNF) em portadores de artrite reumatoide:
Inibidores TNF contraindicados em infecções ativas, IC classe III/IV e hepatite B.
Os inibidores do Fator de Necrose Tumoral (TNF) são eficazes na artrite reumatoide, mas possuem contraindicações importantes devido ao seu perfil imunossupressor. Infecções ativas, insuficiência cardíaca moderada a grave (classes III/IV) e hepatite B são condições que exigem cautela ou contraindicam seu uso.
Os inibidores do Fator de Necrose Tumoral (TNF) revolucionaram o tratamento da artrite reumatoide (AR), proporcionando controle da doença e prevenção de danos articulares. No entanto, sua ação imunomoduladora exige uma avaliação rigorosa das contraindicações e riscos antes do início da terapia. É fundamental que os residentes compreendam essas limitações para garantir a segurança do paciente. As principais contraindicações incluem infecções ativas, como sepse, abscessos e osteomielite, devido ao risco de disseminação e agravamento. A tuberculose latente deve ser rastreada e tratada antes do início do anti-TNF, pois há um risco significativo de reativação. Da mesma forma, a hepatite B é uma preocupação, pois a imunossupressão pode levar à reativação viral e hepatite fulminante. Além disso, a insuficiência cardíaca congestiva moderada a grave (classes funcionais III e IV da NYHA) é uma contraindicação, pois os inibidores de TNF podem piorar a função cardíaca. Outras condições como esclerose múltipla e neoplasias malignas recentes também requerem avaliação cuidadosa. O manejo seguro desses medicamentos exige um rastreamento pré-tratamento completo e monitoramento contínuo para identificar e gerenciar potenciais eventos adversos.
Infecções ativas, especialmente tuberculose (ativa ou latente não tratada), hepatite B e infecções fúngicas invasivas, são preocupações significativas devido ao risco de reativação ou agravamento.
Inibidores de TNF podem exacerbar a insuficiência cardíaca, especialmente em pacientes com classes funcionais III e IV da NYHA, sendo seu uso contraindicado ou exigindo extrema cautela nesses casos.
O rastreamento de hepatite B é crucial porque os inibidores de TNF podem levar à reativação do vírus em portadores crônicos, resultando em hepatite fulminante.
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