Alisquireno e Hipercalemia: Mecanismo Fisiopatológico

MedEvo Ciclo Básico — Prova 2025

Enunciado

Um homem de 65 anos, portador de Diabetes Mellitus tipo 2 e Hipertensão Arterial Sistêmica de longa data, apresenta Doença Renal Crônica em estágio 3a (Ritmo de Filtração Glomerular estimado de 52 mL/min/1,73m²). Ele já faz uso regular de Losartana (100 mg/dia) e Anlodipino (10 mg/dia). Em uma tentativa de otimizar o controle da albuminúria persistente, o médico assistente decide associar o Alisquireno ao regime terapêutico. Após dez dias de uso da nova medicação, o paciente retorna para coleta de exames laboratoriais de controle, que revelam uma elevação do potássio sérico de 4,8 mEq/L para 5,7 mEq/L, sem alterações significativas na creatinina basal. Considerando o mecanismo de ação da nova droga introduzida e a fisiologia do néfron distal, a hipercalemia observada decorre primordialmente de:

Alternativas

  1. A) Aumento da resistência vascular na arteríola eferente reduzindo a oferta de sódio distal.
  2. B) Inibição competitiva direta dos canais de potássio dependentes de voltagem (BK) na alça de Henle.
  3. C) Redução da negatividade elétrica luminal nas células principais do ducto coletor.
  4. D) Bloqueio da bomba Na+/K+ ATPase na membrana basolateral do túbulo contorcido distal.

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