Influenza Grave: Diagnóstico e Tratamento com Oseltamivir

Faculdade de Medicina de Marília — Prova 2019

Enunciado

Mulher, 66 anos, previamente hígida, acaba de chegar de viagem do exterior, onde enfrentou um inverno rigoroso. Refere que um dia após sua chegada iniciou quadro de tosse seca, febre baixa - até 37,9 °C, e dispneia. Relata que, até mesmo aos pequenos esforços em sua casa, sente-se cansada. Fez uso de analgésico comum e anti-gripais, com alívio parcial e momentâneo do quadro. O exame físico mostra SpO2 = 88% em ar ambiente, sem outros achados relevantes adicionais. Assinale a alternativa que apresenta a hipótese diagnóstica mais provável e a conduta apropriada ao caso.

Alternativas

  1. A) Tuberculose pulmonar – realizar PPD e radiografia de tórax.
  2. B) Pneumonia adquirida na comunidade – iniciar levofloxacina.
  3. C) Influenza A / H1N1 – solicitar pesquisa do vírus e iniciar oseltamivir.
  4. D) Aspergilose – iniciar itraconazol e manter por quatro semanas.

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