CBO Teórica 1 - Prova de Bases da Oftalmologia — Prova 2009
São comuns a todos os tipos de granuloma:
Granuloma = Coleção de macrófagos ativados (células epitelioides); marca da inflamação crônica granulomatosa.
A célula epitelioide é o componente essencial e definidor de qualquer granuloma, representando macrófagos que adquiriram aparência secretora e epitelial.
A inflamação granulomatosa é uma forma distinta de inflamação crônica caracterizada por tentativas do organismo de conter um agente agressor de difícil erradicação (micobactérias, fungos, corpos estranhos ou autoantígenos). O processo é mediado por uma resposta imune celular (Tipo IV). Embora células gigantes multinucleadas (fusão de macrófagos) e fibrose periférica sejam frequentemente observadas, a transformação dos macrófagos em células epitelioides sob influência do Interferon-gama é o evento central que define a formação do granuloma.
Um granuloma é definido como um agregado microscópico de macrófagos transformados em células epitelioides, circundados por um colar de leucócitos mononucleares (linfócitos e, às vezes, plasmócitos). A presença de células epitelioides é o requisito sine qua non para essa classificação.
São macrófagos ativados que sofreram modificações morfológicas: tornaram-se maiores, com citoplasma eosinofílico abundante e núcleos alongados, assemelhando-se a células epiteliais. Elas possuem menor capacidade fagocítica e maior capacidade secretora de citocinas.
Não. A necrose (como a necrose caseosa na tuberculose) é característica de certos agentes etiológicos, mas granulomas de causas como sarcoidose ou reação de corpo estranho são tipicamente 'não-caseificantes' ou não-necróticos.
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