SUS-SP - Sistema Único de Saúde de São Paulo — Prova 2020
Nas afecções que acometem a vagina:
Infecções vaginais (candidíase, vaginose bacteriana, HPV) são as afecções mais prevalentes da vagina.
As infecções são, de fato, as afecções mais comuns da vagina, com a candidíase, a vaginose bacteriana e as infecções por HPV liderando a lista. É crucial que os residentes saibam identificar e tratar essas condições, que causam grande desconforto e podem ter implicações na saúde reprodutiva e sexual.
As afecções que acometem a vagina são diversas, abrangendo desde condições infecciosas e inflamatórias até neoplasias e prolapsos. Na prática clínica ginecológica, as infecções vaginais são, de longe, as mais prevalentes, causando sintomas como corrimento, prurido, dor e disúria, impactando significativamente a qualidade de vida das mulheres. Dentre as infecções, destacam-se a candidíase vaginal, uma infecção fúngica comum; a vaginose bacteriana, caracterizada por um desequilíbrio da flora vaginal; e as infecções pelo Papilomavírus Humano (HPV), que podem levar a lesões pré-malignas e malignas no colo do útero e na própria vagina. O diagnóstico correto e o tratamento adequado dessas condições são essenciais para prevenir complicações e melhorar o bem-estar da paciente. Outras afecções, como neoplasias malignas (o carcinoma de células escamosas é o mais comum, não o adenocarcinoma de células claras, que é raro e associado ao DES) e cistos vaginais (geralmente benignos e assintomáticos), são menos frequentes. Os prolapsos das paredes vaginais, embora comuns em mulheres multíparas e na pós-menopausa, não estão associados a um aumento do risco de câncer vaginal.
As infecções vaginais mais comuns incluem a candidíase vaginal (causada por fungos, principalmente Candida albicans), a vaginose bacteriana (desequilíbrio da flora vaginal) e as infecções pelo Papilomavírus Humano (HPV).
O adenocarcinoma de células claras da vagina é uma neoplasia rara, classicamente associada à exposição intrauterina ao dietilestilbestrol (DES), e não é a principal neoplasia maligna vaginal em geral, nem se manifesta predominantemente na pós-menopausa sem essa exposição.
Não, os prolapsos das paredes vaginais, embora causem desconforto e disfunção, não aumentam o risco de aparecimento de câncer na vagina. A alteração do pH vaginal associada a prolapsos não é um fator de risco para malignidade.
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