HSL/Sírio - Hospital Sírio-Libanês (DF) — Prova 2025
O agente etiológico mais comum de infecção do trato urinário em crianças é a Escherichia coli.
ITU em crianças: E. coli é o agente etiológico mais comum.
A Escherichia coli é, de fato, o agente etiológico mais frequente das Infecções do Trato Urinário (ITU) em crianças, responsável por aproximadamente 80-90% dos casos. Isso se deve à sua capacidade de aderir ao epitélio urinário e formar biofilmes.
A Infecção do Trato Urinário (ITU) é uma das infecções bacterianas mais comuns na infância, com uma prevalência significativa, especialmente em meninas e em crianças com anomalias do trato urinário. O reconhecimento e tratamento precoces são cruciais para prevenir complicações a longo prazo, como cicatrizes renais e hipertensão arterial. A etiologia da ITU em crianças é um ponto fundamental para a escolha do tratamento empírico. A Escherichia coli é, de fato, o agente etiológico mais prevalente nas ITUs pediátricas, sendo responsável por cerca de 80% a 90% dos casos. Outros patógenos menos comuns incluem Klebsiella pneumoniae, Proteus mirabilis, Enterococcus faecalis e Staphylococcus saprophyticus. A E. coli uropatogênica possui fatores de virulência específicos que facilitam sua adesão e invasão do trato urinário. A compreensão da etiologia predominante direciona a escolha do antibiótico empírico inicial, que deve ter cobertura eficaz contra E. coli. O diagnóstico é confirmado por urocultura, e a investigação de anomalias anatômicas subjacentes, como o refluxo vesicoureteral, é importante em casos de ITUs recorrentes ou febris, para prevenir danos renais futuros.
Os sintomas de ITU em crianças podem ser inespecíficos, incluindo febre, irritabilidade, vômitos, dor abdominal, disúria ou enurese noturna em crianças que já controlam a micção.
A E. coli possui fatores de virulência, como fímbrias P, que permitem sua adesão às células uroteliais, facilitando a colonização e infecção do trato urinário.
O diagnóstico e tratamento precoces da ITU em crianças são cruciais para prevenir complicações graves, como cicatrizes renais e insuficiência renal crônica, especialmente em casos de pielonefrite.
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