ITU em Idosos: Diagnóstico Atípico e Manejo Ambulatorial

Universidade Estadual do Piauí - Campus Teresina — Prova 2016

Enunciado

FACR, 75 anos, sexo feminino, vem em consulta com queixa de dor abdominal em hipogástrio, indisposição, diminuição do apetite há 2 dias. Nega febre, diarreia e disúria.Ao exame: consciente, afebril, hidratada, acianótica, anictérica, normocorada. AP=MVF s/ RA. AC=RCR 2T, BNF. FC=70bat/min. Pa=120x70mmHg. Abdome flácido, doloroso a palpação profunda difusamente, descompressão brusca negativa, RHA +. Extremidades sem edema, boa perfusão. Antecedente pessoal de Doença de Alzheimer leve, dislipidemia e infecção do trato urinário 2 episódios nesse ano. Exames: HB=11,5; Hto=35, leuco=11000 sem desvio a E, plaquetas=250.000; U=40; c=1,0; na=132; k=4,0. EAS: leucócitos:10.000; hemácias:5000. Qual a principal hipótese diagnóstica do caso e a conduta?

Alternativas

  1. A) ITU – antibioticoterapia ambulatorial – profilaxia para ITU. 
  2. B) ITU – antibioticoterapia endovenosa – profilaxia para ITU. 
  3. C) ITU – urocultura – iniciar antibioticoterapia conforme sensibilidade de antibiograma. 
  4. D) ITU associada à dor abdominal a esclarecer – antibioticoterapia e US de abdômen. 
  5. E) ITU – urocultura para confirmação diagnóstica.

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