IFF/Fiocruz - Instituto Fernandes Figueira (RJ) — Prova 2020
Os patógenos mais frequentemente envolvidos nas infecções da ferida cirúrgica são:
Staphylococcus aureus = patógeno mais comum em infecções de sítio cirúrgico (ISC).
O Staphylococcus aureus, incluindo cepas resistentes à meticilina (MRSA), é o patógeno mais frequentemente isolado em infecções de sítio cirúrgico (ISC). Sua prevalência se deve à colonização da pele e mucosas dos pacientes e profissionais de saúde, sendo um desafio importante na prevenção de infecções hospitalares.
As infecções de sítio cirúrgico (ISC) representam uma das complicações mais comuns e onerosas da cirurgia, impactando significativamente a morbidade, mortalidade e os custos de saúde. A compreensão dos patógenos mais envolvidos é fundamental para a escolha da profilaxia antibiótica e o tratamento empírico. A fisiopatologia da ISC envolve a contaminação da ferida cirúrgica por microrganismos, que podem ser endógenos (da microbiota do próprio paciente) ou exógenos (do ambiente hospitalar, equipe cirúrgica). O Staphylococcus aureus é o principal agente etiológico, especialmente em cirurgias limpas e limpas-contaminadas, devido à sua prevalência na pele e mucosas. A prevenção da ISC é multifacetada e inclui a otimização pré-operatória do paciente, profilaxia antibiótica adequada, técnica cirúrgica estéril, controle ambiental e cuidados pós-operatórios da ferida. O reconhecimento precoce dos sinais de infecção e o tratamento direcionado, muitas vezes empírico contra Staphylococcus aureus, são cruciais para um bom prognóstico.
O Staphylococcus aureus é o patógeno mais frequentemente isolado em infecções de sítio cirúrgico (ISC), tanto as cepas sensíveis quanto as resistentes à meticilina (MRSA).
O S. aureus é um habitante comum da pele e mucosas. A infecção ocorre geralmente por contaminação endógena (da própria pele do paciente) ou exógena (do ambiente cirúrgico, equipe), penetrando na ferida durante ou após a cirurgia.
Medidas incluem profilaxia antibiótica adequada, preparo da pele do paciente com antissépticos, técnica cirúrgica asséptica rigorosa, controle da temperatura corporal e glicemia do paciente, e higiene das mãos da equipe cirúrgica.
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