Tratamento da Infecção de Sítio Cirúrgico Superficial

INEP Revalida - Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos — Prova 2016

Enunciado

Uma mulher com 45 anos de idade, sem comorbidades, foi submetida à colecistectomia videolaparoscópica eletiva para colelitíase. Porém, devido a aderências intra-abdominais de uma cirurgia anterior, o procedimento foi convertido para um acesso laparotômico, que transcorreu sem incidentes. Dado que a cirurgia é considerada potencialmente contaminada, não foi realizada colangiografia intraoperatória, procedendo-se a antibioticoprofilaxia, com uma dose na indução anestésica. No terceiro dia de pós-operatório, a paciente recebeu alta hospitalar. Uma semana após a alta, retornou ao ambulatório de cirurgia, apresentando-se com bom estado geral, disposta, porém com quadro de dor, abaulamento e hiperemia da ferida operatória. O cirurgião assistente examinou a ferida e, após a retirada de um ponto da sutura da pele da paciente, observou-se saída de moderada quantidade de material purulento. Com relação a esse caso, o médico, além de retirar os demais pontos da sutura drenar e lavar a ferida operatória, deve:

Alternativas

  1. A) Ressuturar a ferida operatória e internar a paciente para antibioticoterapia por via venosa.
  2. B) Acompanhar a paciente em retornos ambulatoriais, sem uso de antibiótico.
  3. C) Iniciar antibioticoterapia por via oral, solicitando retornos ambulatoriais.
  4. D) Internar a paciente para iniciar antibioticoterapia por via venosa.

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