Influenza Grave em Lactentes: Quando Indicar Oseltamivir?

HAC - Hospital Angelina Caron (PR) — Prova 2019

Enunciado

Um lactente 8 meses apresenta história há 2 dias de rinorréia aquosa e febre, com 2 picos de 38,5 C por dia. Há 12 horas com tosse seca e dificuldade para respirar, passando a aceitar só a dieta liquida oferecida e leite materno. Está bem nutrido, com as vacinas em dia. É a primeira doença desde que entrou na creche, há 2 meses. Chega ao serviço de urgência para ser atendido. Ao exame físico: febre (37,5°C); FR= 55 ipm; FC= 110 bpm ; SatO₂= 90%. Regular estado geral e com enchimento capilar menor que 3 segundos, com batimento de aleta nasal, sonolento, com tosse recorrente. Hiperemia de mucosas e rinorréia mucóide, boca com pouca saliva. Toráx: retrações subcostais e intercostais, com murmúrio vesicular abafado e sibilos bilaterais mais roncos recorrentes. Abdome globoso, fígado há 3 cm do rebordo costal esquerdo e baço não palpável. Sem sinais meníngeos. O médico indica lavagem nasal com solução fisiológica e aspiração das narinas cuidadosamente e a saturação após essa conduta é de 93%. Então, ele prescreve monitorização para suporte de oxigênio. Com base no provável diagnóstico, qual a conduta terapêutica mais adequada? (Protocolo de Tratamento de Influenza: 2013 – Biblioteca Virtual em Saúde – Ministério da Saúde)

Alternativas

  1. A) Hidratação e nebulização com solução fisiológica
  2. B) Ceftriaxona endovenosa
  3. C) Inalação com broncodilatador
  4. D) Oseltamivir oral
  5. E) Aerolin

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