Infecção Puerperal e Embolia Séptica: Diagnóstico e Conduta

HE Cachoeiro - Hospital Evangélico de Cachoeiro de Itapemirim (ES) — Prova 2018

Enunciado

Paciente de 32 anos, G7P2A5 é transferida ao HECI no décimo segundo dia de pós- operatório de parto cesáreo realizado em hospital interior. Havia recebido alta daquele hospital, mas procurou atendimento após 4 dias com quadro de febre elevada e dor abdominal difusa. Foi avaliada naquele hospital e liberada. Persistiu com sintomas e relatou surgimento de disúria, sendo lá internada e iniciado antibióticos para tratamento de infecção de ferida operatória e possível infecção urinária (não foram enviados exames lá realizados). Evoluiu com dispnéia intensa sendo então transferida ao HECI, onde foi internada no CTI. Exames realizados no HECI: - Laboratório: acidose metabólica compensada, lactato 0,9, bilirrubina direta aumentada, anemia, leucocitose, PCR bastante elevada. - US abdome: hepatomegalia, útero de volume aumentado para o período de puerperal, derrame pleural bilateral. - TC tórax e abdome: múltiplas lesões parenquimatosas pulmonares, umas nodulares, outras formando consolidações mais amplas difusamente distribuídas em ambos os pulmões; pequeno derrame pleural bilateral; fígado aumentado; útero aumentado de volume. >> Diante do quadro acima exposto qual a hipótese diagnóstica MAIS provável?

Alternativas

  1. A) Infecção de ferida operatória e infecção urinária refratárias ao esquema antibiótico inicial e sepse.
  2. B)  Infecção uterina com disseminação hematogênica.
  3. C) Pneumonia comunitária grave e sepse.
  4. D) Pneumonia hospitalar e sepse.
  5. E) Tromboflebite pélvica séptica com disseminação hematogênica.

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