Santa Casa de Marília (SP) — Prova 2021
A isoniazida (H) deve ser o esquema preferencial para tratamento da ILTB, considerando a longa experiência da sua utilização no país. Sendo correto que:
Tratamento ILTB com Isoniazida (H) → Cuidado em hepatopatas, <10 anos, >50 anos, intolerância H.
A isoniazida é o tratamento preferencial para Infecção Latente por Tuberculose (ILTB), mas sua indicação deve ser cuidadosamente avaliada em grupos específicos como hepatopatas, crianças menores de 10 anos, idosos acima de 50 anos e pacientes com intolerância, para os quais regimes alternativos podem ser mais seguros ou eficazes.
A Infecção Latente por Tuberculose (ILTB) é uma condição em que o indivíduo está infectado pela Mycobacterium tuberculosis mas não apresenta sintomas da doença ativa. O tratamento da ILTB é fundamental para prevenir o desenvolvimento da tuberculose ativa, especialmente em populações de risco. A isoniazida (H) tem sido o pilar do tratamento da ILTB no Brasil e em muitos países, devido à sua eficácia e longa experiência de uso. No entanto, a escolha do regime terapêutico deve considerar o perfil do paciente para maximizar a segurança e a adesão. A isoniazida, embora eficaz, possui potencial hepatotóxico. Por isso, em grupos específicos como hepatopatas, crianças menores de 10 anos, pessoas acima de 50 anos de idade e naqueles com intolerância à droga, deve-se priorizar regimes alternativos. A decisão por um regime alternativo, como a rifampicina por 4 meses ou a combinação de isoniazida e rifapentina por 3 meses, visa minimizar riscos e otimizar a adesão. É crucial que o profissional de saúde avalie individualmente cada caso, considerando comorbidades, interações medicamentosas e a tolerância do paciente, para garantir o melhor desfecho no controle da ILTB.
Os grupos de risco incluem hepatopatas, crianças menores de 10 anos de idade, pessoas acima de 50 anos de idade e pacientes que apresentem intolerância à isoniazida.
A isoniazida tem potencial hepatotóxico, o que é um risco maior em hepatopatas e idosos. Em crianças, a segurança e a adesão podem ser desafios, e regimes mais curtos podem ser preferíveis.
Regimes alternativos incluem rifampicina por 4 meses ou a combinação de isoniazida e rifapentina semanalmente por 3 meses, dependendo da idade e das condições do paciente.
Responda esta e mais de 150 mil questões comentadas no MedEvo — a plataforma de residência médica com IA.
Responder questão no MedEvo