Tratamento da Infecção Latente por Tuberculose (ILTB) em Contatos

HIAE/Einstein - Hospital Israelita Albert Einstein (SP) — Prova 2026

Enunciado

Um imigrante moçambicano de 35 anos, vivendo no Brasil há oito meses, divide um quarto com outros dez trabalhadores em moradia coletiva. Relata boa saúde, sem tosse, febre ou perda de peso. Foi identificado como contato domiciliar de caso bacilífero de tuberculose pulmonar confirmado na mesma residência. Realizou prova tuberculínica (PPD), com resultado de 5 mm, e radiografia de tórax normal. Não é HIV positivo e não tem comorbidades conhecidas. Qual é a conduta mais adequada nesse caso?

Alternativas

  1. A) Considerar PPD negativo, pois o valor de 5 mm não configura infecção em indivíduo imunocompetente; não indicar tratamento.
  2. B) Interpretar como infecção latente por se tratar de contato de caso bacilífero com PPD ≥ 5 mm; iniciar esquema curto semanal de rifapentina + isoniazida por doze semanas.
  3. C) Repetir a PPD em oito semanas, pois o resultado de 5 mm não é suficiente para definir diagnóstico mesmo em contatos; aguardar para decidir tratamento.
  4. D) Iniciar regime clássico com isoniazida por seis meses, independentemente do valor do PPD, pois todo contato de bacilífero deve receber tratamento preventivo.

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