HCB - Hospital de Amor de Barretos - Unidade Porto Velho (RO) — Prova 2022
O rastreio da ILTB deve passar pela exclusão de doença ativa. Sendo correto que:
Rastreio ILTB deve ser universal (atenção básica a terciária) e focado em populações de alto risco para TB ativa.
O rastreio da Infecção Latente por Mycobacterium tuberculosis (ILTB) é uma estratégia fundamental para o controle da tuberculose, devendo ser acessível em todos os níveis de atenção à saúde e priorizando grupos com maior risco de progressão para doença ativa.
A Infecção Latente por Mycobacterium tuberculosis (ILTB) é uma condição em que o indivíduo está infectado pelo bacilo da tuberculose, mas não apresenta sintomas da doença ativa e não é contagioso. O rastreio e tratamento da ILTB são pilares fundamentais das estratégias de controle da tuberculose, visando prevenir a progressão para a doença ativa, que é a forma transmissível e clinicamente manifesta. O diagnóstico da ILTB deve ser realizado em todos os níveis de atenção à saúde – básica, secundária e terciária – para garantir a cobertura e acessibilidade. É crucial focar nas populações com maior risco de adoecimento, como imunossuprimidos (HIV/AIDS, uso de biológicos), contatos de casos de tuberculose ativa e profissionais de saúde, pois estes grupos têm maior probabilidade de desenvolver a doença ativa se não tratados. Os métodos diagnósticos incluem o Teste Tuberculínico (PPD) e os Testes de Liberação de Interferon-Gama (IGRA). Uma vez diagnosticada a ILTB e excluída a doença ativa, o tratamento profilático com isoniazida ou esquemas mais curtos é recomendado para reduzir o risco de reativação e progressão para tuberculose ativa, contribuindo significativamente para a erradicação da doença.
Os principais métodos diagnósticos para ILTB são o Teste Tuberculínico (PPD) e os Testes de Liberação de Interferon-Gama (IGRA), como o QuantiFERON-TB Gold. Ambos detectam a resposta imune à exposição ao Mycobacterium tuberculosis.
Populações de alto risco incluem contatos de casos de tuberculose pulmonar bacilífera, pessoas vivendo com HIV, imunossuprimidos, profissionais de saúde, usuários de drogas injetáveis e pessoas em situação de rua.
O tratamento da ILTB reduz significativamente o risco de progressão para a tuberculose ativa, que é a forma contagiosa da doença. É uma estratégia essencial de saúde pública para quebrar a cadeia de transmissão e controlar a epidemia.
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