SMS-RJ - Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro — Prova 2024
A terapia de reperfusão coronária para pacientes com infarto do miocárdio com elevação do segmento ST (IAMCSST), para todos os pacientes elegíveis inicialmente atendidos em um centro com capacidade para intervenção coronária não percutânea (ICP) deve ser transferido para cateterismo cardíaco (laboratório de cateterismo) e submetido a revascularização o mais rápido possível, sendo recomendado, de acordo com as diretrizes (Diretriz ACCF/AHA de 2013) após primeiro contato médico em até:
IAMCSST: Tempo ideal do primeiro contato médico até reperfusão (ICP) é ≤ 90 minutos.
O tempo é músculo no IAMCSST. A reperfusão precoce, idealmente por ICP, é crucial para limitar o tamanho do infarto e melhorar o prognóstico. As diretrizes estabelecem metas de tempo rigorosas para otimizar os resultados.
O Infarto Agudo do Miocárdio com Supradesnivelamento do Segmento ST (IAMCSST) é uma emergência cardiovascular causada pela oclusão completa de uma artéria coronária, levando à necrose miocárdica. O reconhecimento precoce e a terapia de reperfusão imediata são pilares do tratamento, visando restaurar o fluxo sanguíneo e preservar o miocárdio. As diretrizes para o manejo do IAMCSST enfatizam a importância da reperfusão coronária o mais rápido possível. Para pacientes que são elegíveis para Intervenção Coronária Percutânea (ICP) e são atendidos em um centro com capacidade para realizá-la, o tempo recomendado do primeiro contato médico até a reperfusão (tempo porta-balão) é de 90 minutos. Se o paciente for atendido em um hospital sem ICP e precisar ser transferido, o tempo limite para a ICP é estendido para 120 minutos. A meta de 90 minutos reflete a urgência em restabelecer o fluxo sanguíneo para o miocárdio isquêmico, minimizando o tamanho do infarto e melhorando o prognóstico. Residentes devem estar cientes desses tempos-alvo para otimizar o manejo pré-hospitalar e hospitalar, garantindo que os pacientes recebam a terapia de reperfusão mais adequada no menor tempo possível.
O tempo é crítico porque quanto mais rápido o fluxo sanguíneo é restaurado, menor o dano ao músculo cardíaco, resultando em melhor função ventricular e menor mortalidade a longo prazo.
As diretrizes recomendam que a ICP seja realizada em até 90 minutos a partir do primeiro contato médico para pacientes atendidos em centros com capacidade para ICP, visando a máxima preservação miocárdica.
A fibrinólise é considerada quando a ICP não pode ser realizada dentro dos tempos recomendados (ex: > 120 minutos do primeiro contato médico para transferência para um centro com ICP) ou não está disponível.
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