UERN - Universidade do Estado do Rio Grande do Norte — Prova 2023
Qual das seguintes é CONTRAINDICAÇÃO ABSOLUTA para o uso de trombolítico no Infarto com supra de ST?
IAMCSST: Trauma crânio-encefálico recente (<3 meses) = contraindicação ABSOLUTA para trombolítico.
A terapia trombolítica no infarto agudo do miocárdio com supradesnivelamento do segmento ST (IAMCSST) visa restaurar o fluxo sanguíneo, mas possui riscos significativos de sangramento. Contraindicações absolutas são condições que aumentam drasticamente o risco de hemorragia grave, especialmente intracraniana, como trauma crânio-encefálico recente.
O Infarto Agudo do Miocárdio com Supradesnivelamento do Segmento ST (IAMCSST) é uma emergência cardiovascular que requer reperfusão coronariana imediata para restaurar o fluxo sanguíneo e limitar a extensão do dano miocárdico. A terapia trombolítica (fibrinolítica) é uma das estratégias de reperfusão, especialmente quando o acesso à intervenção coronariana percutânea (ICP) primária não é possível em tempo hábil. No entanto, sua utilização é balizada por um rigoroso perfil de risco-benefício, principalmente devido ao risco de sangramento. As contraindicações para a terapia trombolítica são classificadas em absolutas e relativas. As contraindicações absolutas representam situações onde o risco de hemorragia grave, especialmente intracraniana, é inaceitavelmente alto. Exemplos incluem qualquer história de AVC hemorrágico, AVC isquêmico nos últimos 3 meses, neoplasia intracraniana, malformação arteriovenosa cerebral, sangramento ativo, dissecção aórtica e trauma crânio-encefálico ou facial significativo nos últimos 3 meses. É crucial que o médico avalie cuidadosamente o paciente para identificar qualquer contraindicação antes de iniciar a terapia trombolítica. Em casos de contraindicação absoluta, a estratégia de reperfusão deve ser a ICP primária, se disponível. O conhecimento dessas contraindicações é fundamental para a segurança do paciente e para a tomada de decisão clínica adequada no manejo do IAMCSST, minimizando complicações e otimizando os resultados.
As principais contraindicações absolutas incluem qualquer AVC hemorrágico prévio, AVC isquêmico nos últimos 3 meses, neoplasia intracraniana ou malformação arteriovenosa, trauma crânio-encefálico ou facial significativo nos últimos 3 meses, sangramento ativo, dissecção aórtica e cirurgia intracraniana ou intraespinhal recente.
O trauma crânio-encefálico recente aumenta significativamente o risco de hemorragia intracraniana, uma complicação potencialmente fatal da terapia trombolítica. A presença de lesões vasculares ou cerebrais pré-existentes pode ser exacerbada pela lise do coágulo, levando a sangramentos graves.
Contraindicações absolutas são condições que tornam o uso de trombolíticos inaceitável devido ao risco extremamente alto de complicações graves. Contraindicações relativas são condições que aumentam o risco, mas o benefício potencial pode superar o risco em situações específicas, exigindo uma avaliação individualizada e cuidadosa.
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