ICEPI - Instituto Capixaba de Ensino, Pesquisa e Inovação (ES) — Prova 2022
Indução do trabalho de parto, ou simplesmente indução do parto, é a estimulação artificial da dinâmica uterina antes do inicio espontâneo do trabalho de parto com objetivo de atingir parto vaginal. A indução do parto é indicada quando os riscos maternos e/ou fetais de manter a gestação são superiores aos benefícios, na ausência de contraindicação ao parto vaginal. Todas as contraindicações ao parto por via vaginal são contraindicações à indução do parto. São contraindicações à indução do trabalho de parto: l. Infecção herpética passada. II. Placenta previa ou vasa prévia. III. Carcinoma invasivo de colo uterino. IV. Incisão uterina transmural prévia (miomectomia). Está(ão) CORRETO(S):
Contraindicações indução parto = contraindicações parto vaginal (ex: placenta prévia, incisão uterina transmural, carcinoma colo uterino).
As contraindicações à indução do trabalho de parto são as mesmas contraindicações ao parto vaginal, incluindo condições que aumentam o risco de ruptura uterina (incisão transmural, miomectomia) ou obstrução do canal de parto (placenta prévia, vasa prévia, carcinoma invasivo de colo uterino). Infecção herpética passada não é contraindicação, apenas a ativa.
A indução do trabalho de parto é um procedimento obstétrico comum, indicado quando os riscos de manter a gestação superam os benefícios, na ausência de contraindicações ao parto vaginal. O objetivo é estimular artificialmente as contrações uterinas para iniciar o parto. No entanto, a segurança da mãe e do feto é primordial, e a identificação precisa das contraindicações é um conhecimento essencial para qualquer profissional de obstetrícia. As contraindicações à indução do parto são, em sua maioria, as mesmas contraindicações ao parto por via vaginal, pois a indução visa justamente a um parto vaginal. Entre as contraindicações absolutas destacam-se: placenta prévia ou vasa prévia, que representam risco de hemorragia grave; carcinoma invasivo de colo uterino, que pode obstruir o canal de parto e sangrar; e incisão uterina transmural prévia, como a de uma miomectomia, que aumenta o risco de ruptura uterina durante as contrações. É importante notar que algumas condições podem ser mal interpretadas. Por exemplo, a infecção herpética passada não é uma contraindicação; apenas a presença de lesões herpéticas ativas no momento do parto exige a cesariana para evitar a transmissão vertical. A avaliação cuidadosa do histórico da paciente e do quadro clínico atual é crucial para decidir pela indução, garantindo a segurança e o melhor desfecho materno-fetal.
As principais contraindicações incluem placenta prévia, vasa prévia, carcinoma invasivo de colo uterino, incisão uterina transmural prévia (como em miomectomia) e herpes genital ativa.
Uma incisão uterina transmural prévia, como a de uma miomectomia, aumenta significativamente o risco de ruptura uterina durante o trabalho de parto, tornando a indução perigosa.
Não, a infecção herpética passada não é uma contraindicação. Apenas a presença de lesões herpéticas ativas no momento do parto contraindica o parto vaginal e, consequentemente, a indução.
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